Quarta-feira, 5 de Outubro de 2011

♕RAINHA D.AMÉLIA ♕




Dona Maria Amélia Luísa Helena de Orleães (Twickenham, 28 de Setembro de 1865 — Chesnay, 25 de Outubro de 1951) foi a última Rainha de facto de Portugal.

Durante a sua vida, D. Amélia perdeu todos os seus familiares diretos: defrontou-se com o assassinato do marido, o Rei Carlos I, e do filho mais velho, D. Luís Filipe (episódio conhecido como regicídio de 1908); vinte e quatro anos mais tarde, recebeu a notícia da morte do segundo e último filho, o futuro Rei Manuel II; e também ficou de luto com a morte de sua filha, a Infanta D. Maria Ana de Bragança, nascida em um parto prematuro.

Ela foi o único membro da família real portuguesa exilada após a implantação da república - fato ocorrido à 5 de outubro de 1910 - que visitou Portugal em vida, bem como o último membro a morrer, aos oitenta e seis anos. Amélia de Orleães viveu sofridas décadas de exílio, entre Inglaterra e França, onde aguentou a Segunda Guerra Mundial(1939-1945).

Esta frase estava entre as suas últimas palavras:

«Quero bem a todos os portugueses, mesmo àqueles que me fizeram mal».

♕RAINHA DE PORTUGAL♕

Em Outubro de 1889, com a morte do sogro, D. Amélia, então com apenas vinte e quatro anos, tornou-se rainha de Portugal. Contudo, o reinado de seu marido, titulado Carlos I, enfrentava crises políticas, tais como o Ultimato britânico de 1890, e a insatisfação popular; crescia o ódio à família real portuguesa. Em Janeiro de 1891, no Porto, houve uma rebelião republicana, mas foi sufocada.

Em 1892, D. Amélia recebeu a Rosa de Ouro do Papa Leão XIII.

Como rainha, porém, D. Amélia desempenhou um papel importante. Com sua elegância e caráter culto, influenciou a corte portuguesa. Interessada pela erradicação dos males da época, como a pobreza e a tuberculose, ela fundou dispensários, sanatórios, lactários populares, cozinhas econômicas e creches. Todavia, suas obras mais conhecidas são as fundações do Instituto de Socorros a Náufragos (em 1892); do Museu dos Coches Reais (1905); do Instituto Pasteur em Portugal (Instituto Câmara Pestana); e da Assistência Nacional aos Tuberculosos.

A propaganda republicana, que estava ganhando força, apelidava-a de «"Beata Gastadora e Leviana"».

Como mãe, a rainha soube dar uma excelente educação aos seus dois filhos, alargando-lhes os horizontes culturais com uma viagem pelo Mediterrâneo, a bordo do iate real Amélia, mostrando-lhes as antigas civilizações romana, grega e egipcía.

†O REGICÍDIO†

O regicídio de 1° de Fevereiro de 1908 lançou-a num profundo desgosto, do qual D. Amélia jamais se recuperou totalmente. Retirou-se então para o Palácio da Pena, em Sintra, não deixando porém de procurar apoiar, por todos os meios, o seu jovem filho, o rei D. Manuel II, no período em que se assistiu o degradar das instituições monárquicas. Encontrava-se justamente no Palácio da Pena, quando eclodiu a revolução de Outubro de 1910.


†MORTE†

No dia 25 de outubro de 1951, a rainha D. Amélia faleceu em sua residência em Versalhes, aos oitenta e seis anos. Tinha sido atingida por um fatal ataque de uremia, morrendo às 9h e 35min da manhã. O corpo da rainha foi então transladado pela fragata Bartolomeu Dias para junto do marido e dos filhos, no panteão real dos Bragança, na Igreja de São Vicente de Fora. Esse foi o seu último desejo na hora de sua morte. O funeral teve honras de Estado e foi visto por "grande parte do povo" de Lisboa.


E DIGO EU:
O POVO VAI A TODAS!!E NESTA ÉPOCA,ÍA DE LIVRE VONTADE,HOJE,VÃO A TROCO DE ALMOÇOS E PIQUENIQUES E PASSEIOS DE AUTOCARRO!!NEM SABEM AO QUE VÃO,NEM PARA O QUE VÃO FAZER OU OUVIR!!!ESTES PERTENCEM AO POVINHO,DEPOIS TEM O "POVO" QUE VAI NO DIZ QUE ME DISSE OU POR INTERESSE!!!
É POR ESTAS E POR OUTRAS QUE SOU PERSONA NON GRATA E TENTAM A TODO O CUSTO ME TRAMAR E ME DIZEM "ANDOR" daqui para fora subentenda-se,o caricato é que eu estou e falo dentro do meu espaço,portanto quem diz isso,está a pisar o meu espaço e a minha LIBERDADE DE EXPRESSÃO E PENSAMENTO!!

"VIVA A RAINHA E TODAS AS MULHERES ÍNTEGRAS,COM CARÁCTER E DIGNIDADE,LIVRES E SOLIDÁRIAS,DE PALAVRA E HONRA"
aPr


2 comentários:

Nilson Barcelli disse...

Um pedaço de história importante das nossas memórias.
Gostei de ler, incluindo a tua nota de rodapé.
A verdade, é que república e monarquia podem ser ou apoiar-se nos mesmos regimes, sejam eles ditadura ou democracia. Os exemplos são muitos. E se em Belém estivesse um rei em vez do Professor Cavaco, que é um presidente muito fraquinho, eu daria vivas ao rei.
Querida amiga Ana Paula, tem um bom fim de semana.
Beijos.

ana p roque disse...

Neste aspecto,mais uma vez tenho de concordar contigo!
Bom fim de semana.
Beijos